rio

http://www.avaaz.org/po/petition/Por_um_Rio_e_um_planeta_Livre_de_Mercurio/?clfjtab

Pourquoi c'est  important un Rio Libre  de Mercure?

Par Le Rio Campanha pour la création d'une zone libre sans  mercure à Rio de Janeiro.

Support(Assistance) : académie américaine de Médecine(Médicament) Orale et Toxologia, Organisation des Nations (de L'ONU) Unies, AssembleiaLegislativa du Rio de Janeiro (Alerj), délégué Aspásia Camargo (Commission d'Assainissement Environnemental), Conseil Régional et Fédéral de Dentisterie, Association brésilienne de Dentisterie, parmi d'autres.

Le combat contre le mercure a commencé il y a plus de 40 ans par le dévouement du dentiste et le scientifique Olympio Faissol. Le spécialiste a commencé à appeler l'attention pour les dangers de l'utilisation des amalgames dentaires et les années de combat étaient superflues dans l'adhésion d'institutions importantes au mouvement,
comme l'Académie américaine de Médecine Orale et Toxologia

Agi par l'activiste Anita Tibau, qui s'est réunie et il rend disponible toutes les données scientifiques sur les maux du mercure à la santé. Aujourd'hui, la communauté odontol ó Gica est convaincue que ce type de remplissage est nuisible pour les patients, particulièrement pour ceux qui n'ont pas les conditions de cambrure avec des coûts de traitement, en cas de la contamination pour l'élément chimique.

Récemment, le mouvement contre le mercure en santé es aupres de la population et cela a reçu une énorme motivation.

L'Assemblée législative du Rio de Janeiro, par(le député Aspásia Camargo (PV), le président de la Commission d'Assainissement Environnemental, a conquis le public sur  "l'Utilisation Incorrecte de Mercure dans les Sections de la Santé et dans la Vie Quotidienne de la Population." L'événement est allé une marque


Pour la cause que, commençant d'alors, il a gagné l'l'assistance de l'Association brésilienne de Dentisterie (ABO), du Conseil Régional de Dentisterie (CRO-RJ) et du Conseil Fédéral de Dentisterie (le CFO). Ces institutions iront, en plus, promouvoir le premier programme de formation sur le mercure, leurs dangers et ses/ses prises de déplacements pour les professionnels de la dentisterie. Le mouvement était toujours étreint selon le Programme des Nations unies pour l'Environnement (Pnuma) et il est près du compte avec la législation spécifique : aussi pour l'initiative du député Aspásia Camargo, il passe la procédure, aujourd'hui, dans Alerj, Bill 2354/2013, qu'il cherche à interdire la production, l'utilisation, la commercialisation, l'utilisation, le stockage et la réparation d'instruments qui contiennent le mercure, parmi eux, la pression
L'habillement de pression et les thermomètres analogiques.

Pour les Nations unies, le mercure n'est pas un des éléments  radioactif plus dangereux. Et le combat contre cette substance a atteint des dimensions planétaires. Dans le début du mois prochain d'octobre, cela arrive au Japon la convention de Minamata, qui établira les buts de la réduction d'utilisation du mercure dans le monde entier. Le Brésil est signataire de l'accord, dont le nom est un hommage au plus grand accident que l'humanité ai déjà vécue à cause de cet élément chimique : le Désastre de Minamata, au Japon. Aux environs de 1930, une usine a commencé à jeter le mercure en petite quantité dans la Baie de Minamata, situé dans le quartier municipal homonyme. Vingt ans plus tard, les animaux sont apparus mort et la population a commencé à  développer de  sérieuxproblèmes neurologiques.

depuis , les maux du mercure sont devenus sans réponse.

 Rio de Janeiro ne peut pas être laissé de ce mouvement mondial. Nous comptons maintenant avec sa signature pour créer une zone libre de mercure dans l'état.

Panneau! Et part son action  dans son profil dans les réseaux  sociaux!

Pour un Rio (et une planète) Libre de Mercure!!

Por que isto é importante

Rio Livre de Mercúrio
Campanha para a criação de uma zona livre de mercúrio no Rio de Janeiro.

Apoio: Academia Americana de Medicina Oral e Toxologia, Organização das Nações Unidas (ONU), AssembleiaLegislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputada Aspásia Camargo (Comissão de Saneamento Ambiental), Conselho Regional e Federal de Odontologia, Associação Brasileira de Odontologia, entre outros.

A luta contra o mercúrio começou há mais de 40 anos através da dedicação do dentista e cientista Olympio Faissol. O especialista começou a chamar a atenção para os perigos do uso das amalgamas dentárias e anos de luta redundaram na adesão de instituições importantes ao movimento, como a Academia Americana de Medicina Oral e Toxologia - representada pela ativista Anita Tibau, que reuniu e disponibiliza todos os dados científicos sobre os malefícios do mercúrio à saúde. Hoje, a comunidade odontológica está convencida do quanto este tipo de obturação é prejudicial aos pacientes, especialmente para aqueles que não têm condições de arcar com custos de tratamento, em caso de contaminação pelo elemento químico.

Recentemente, o movimento contra o mercúrio na saúde e no dia-a-dia da população recebeu um enorme incentivo. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, por meio da deputada Aspásia Camargo (PV), presidente da Comissão de Saneamento Ambiental, realizou a audiência pública "O Uso Indevido do Mercúrio nos Setores da Saúde e na Vida Cotidiana da População". O evento foi um marco para a causa que, a partir de então, ganhou o apoio da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), do Conselho Regional de Odontologia (CRO-RJ) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO). Essas instituições irão, inclusive, promover o primeiro programa de treinamento sobre mercúrio, seus perigos e sua remoção segura para os profissionais da odontologia. O movimento foi abraçado ainda pelo Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (Pnuma) e está perto de contar com legislação específica: também por iniciativa da deputada Aspásia Camargo, tramita, hoje, na Alerj, o Projeto de Lei 2354/2013, que visa proibir a fabricação, o uso, a comercialização, a utilização, o armazenamento e o reparo de instrumentos que contenham mercúrio, entre eles, os aparelhos de pressão e os termômetros analógicos.

Para as Nações Unidas, o mercúrio é um dos elementos não radioativos mais perigosos. E a luta contra essa substância atingiu dimensões planetárias. No início do próximo mês de outubro, acontece no Japão a convenção de Minamata, que vai estabelecer metas de redução de uso do mercúrio no mundo todo. O Brasil é signatário do acordo, cujo nome é uma homenagem ao maior acidente que a humanidade já viveu por causa deste elemento químico: o Desastre de Minamata, no Japão. Por volta de 1930, uma fábrica começou a lançar mercúrio em pequenas quantidades na Baía de Minamata, localizada em município homônimo. Vinte anos depois, os animais apareciam mortos e a população passou a desenvolver sérios problemas neurológicos. A partir daí, os malefícios do mercúrio tornaram-se incontestáveis.

O Rio de Janeiro não pode ficar de fora deste movimento mundial. Contamos agora com a sua assinatura para criar uma zona livre de mercúrio no estado.

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Por um Rio (e um planeta) Livre de Mercúrio!!